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	<title>Blog | Smacna Brasil</title>
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	<description>A SMACNA Brasil é uma associação fundada no Brasil em 1989, e nos Estados Unidos há quase 80 anos, e é responsável por contribuir com inovações, informações e capacitação de profissionais no chamado segmento AVAC-R (Aquecimento, Ventilação, Exaustão, Ar Condicionado e Refrigeração).</description>
	<lastBuildDate>Mon, 14 Oct 2024 13:12:43 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Blog | Smacna Brasil</title>
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	<item>
		<title>PMOC e A Importância da Manutenção Preventiva</title>
		<link>https://smacna.org.br/artigos-tecnicos/pmoc-e-a-importancia-da-manutencao-preventiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2024 17:31:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Técnicos]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA["O objetivo da manutenção preventiva é preservar o sistema, diminuindo assim a necessidade de manutenções corretivas, que são as que costumam ser as mais onerosas e trazem maiores impactos na operação dos edifícios ou mesmo nos processos produtivos.

Neste artigo, apresentamos os conceitos que regem o PMOC (Plano de Manutenção, Operação e Controle) e a importância de uma boa manutenção.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">A Lei Federal 13.589/2018 regulamentou a exigência do Plano de Manutenção, Operação e Controle de Sistemas de Climatização (PMOC) para edifícios de uso público e coletivo com ambientes climatizados, como shoppings, escritórios, edifícios comerciais e restaurantes. A lei também se aplica a ambientes climatizados de uso restrito, como processos produtivos, laboratórios e hospitais, entre outros.</p>
<p class="p1">A manutenção, conforme definido pela lei, compreende “atividades de natureza técnica ou administrativa destinadas a preservar as características do desempenho técnico dos componentes dos sistemas de climatização, garantindo as condições de boa qualidade do ar interior”. Assim, o Plano de Manutenção é um documento que deve ser estabelecido para orientar as ações a serem tomadas pela equipe de manutenção, garantindo o desempenho adequado do sistema.</p>
<p class="p1">Idealmente, o Plano de Manutenção deve ser desenvolvido em conjunto entre a empresa de manutenção contratada e o cliente final, levando em consideração as especificidades relacionadas e o conhecimento do cliente sobre os itens a serem avaliados e a frequência necessária. Dessa forma, o documento deve abranger cada equipamento e sistema, detalhando as ações preventivas e sua periodicidade, que pode variar de mensal a anual, dependendo da complexidade e das necessidades específicas.</p>
<p class="p1">O objetivo da manutenção preventiva é preservar o sistema, reduzindo a necessidade de manutenções corretivas, que geralmente são mais dispendiosas e têm maior impacto na operação dos edifícios ou processos produtivos. É importante destacar que uma manutenção preventiva realizada corretamente contribui para a qualidade do ar interior e, consequentemente, para a saúde dos ocupantes.</p>
<p class="p1">A execução do PMOC requer uma empresa de manutenção qualificada, pois os técnicos de campo devem ser devidamente capacitados, conhecer os sistemas que operam e entender a importância do trabalho realizado. Isso implica em uma abordagem proativa na execução do Plano de Manutenção, e não apenas em preencher mecanicamente um checklist.</p>
<p class="p1">O uso de boas ferramentas de medição e gestão no campo é fundamental para um serviço adequado. É recomendável que a empresa de manutenção mantenha um diálogo contínuo com a empresa contratante, fornecendo dados sobre o desempenho de cada equipamento do sistema HVAC-R.</p>
<p class="p1">A SMACNA é uma referência internacional no setor de HVAC-R e possui diversas publicações sobre boas práticas para conduzir manutenções preventivas com qualidade. Portanto, o primeiro passo crucial é contratar uma empresa de manutenção capacitada e reconhecida pela qualidade do trabalho prestado. As empresas associadas à SMACNA no Brasil estão preparadas para atender clientes de diversos segmentos com eficiência.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Escadas Pressurizadas</title>
		<link>https://smacna.org.br/artigos-tecnicos/escadas-pressurizadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2024 17:25:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Técnicos]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[escadas]]></category>
		<category><![CDATA[escadas pressurizadas]]></category>
		<category><![CDATA[exaustão]]></category>
		<category><![CDATA[pressurização]]></category>
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					<description><![CDATA[Escadas Pressurizadas são parte dos chamados Sistemas de Controle de Fumaça, e estão presentes em diversas edificações, conforme requerimento do Corpo de Bombeiros, especialmente através das IT 13/2019, e pressupõem um sistema robusto de controle de pressão positiva, provocando um diferencial de pressão entre a escada e as demais áreas impedindo a migração da fumaça para o interior da escada, garantindo assim a permanência de ar fresco na rota de fuga e a evacuação segura dos ocupantes em caso de incêndio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">Escadas pressurizadas estão presentes em diversas edificações conforme exigências do Corpo de Bombeiros, especialmente conforme a Instrução Técnica atualizada na versão 13/2019, visando garantir a segurança dos ocupantes durante a evacuação em casos de incêndio, evitando que a fumaça entre nas caixas de escadas onde os ocupantes estão em rota de fuga.</p>
<p class="p1">Em escadas pressurizadas, um sistema robusto de insuflamento mecânico é empregado por meio de ventiladores, criando um diferencial de pressão entre a escada e outras áreas, impedindo a entrada de fumaça. O objetivo é manter a caixa de escadas sob pressão positiva, prevenindo a entrada de fumaça e outros particulados mesmo com portas corta-fogo abertas.</p>
<p class="p1">Tais sistemas são dutados e devem incluir sistemas de automação adequados e geradores independentes para garantir o funcionamento contínuo. Além disso, é essencial o uso de filtros de ar metálicos para evitar a entrada de detritos na admissão do ar e grelhas de insuflamento para distribuir o ar na caixa de escada.</p>
<p><img class="size-full wp-image-1642 aligncenter" src="https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Captura-de-Tela-2024-07-23-às-14.22.09.png" alt="Escadas Pressurizadas" width="662" height="419" srcset="https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Captura-de-Tela-2024-07-23-às-14.22.09.png 662w, https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Captura-de-Tela-2024-07-23-às-14.22.09-300x190.png 300w, https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Captura-de-Tela-2024-07-23-às-14.22.09-480x304.png 480w" sizes="(max-width: 662px) 100vw, 662px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="p1">Escadas pressurizadas não são o único tipo de escada de emergência. Por exemplo, existem as escadas enclausuradas que, ao invés de possuírem sistemas de exaustão como as escadas pressurizadas, necessitam estar contidas em uma caixa de escada com paredes resistentes ao fogo, incluindo paredes corta-fogo com resistência ao fogo de pelo menos 120 minutos, além de outras exigências como ventilação natural ou mecânica em todos os pavimentos.</p>
<p class="p1">A escolha entre essas soluções varia conforme as necessidades específicas e o tipo de edificação, devendo sempre estar em conformidade com as normas dos bombeiros, que podem variar entre estados.</p>
<p class="p1">Escadas pressurizadas requerem a expertise de profissionais especializados em todas as etapas, desde o projeto até a manutenção. As empresas SMACNA são parceiras de seus clientes e priorizam a segurança e qualidade de vida de todos os envolvidos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ventilação Natural para Galpões Logísticos</title>
		<link>https://smacna.org.br/artigos-tecnicos/ventilacao-natural-para-galpoes-logisticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2024 17:05:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Técnicos]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o avanço do e-commerce e outras demandas relacionadas, a construção de galpões Logísticos aumentou enormemente. Segundo dados da Buildings, empresa especializada em pesquisa imobiliária corporativa, no 4º trimestre de 2021 o país teve mais de 1 milhão de m² de construção de galpões logísticos, um recorde. O setor de HVAC é parceiro nessas construções, e uma das demandas é pela ventilação natural nas áreas de armazenamento, visando melhorar o conforto térmico nesses espaços.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Com o avanço do e-commerce e outras demandas relacionadas, a construção de galpões logísticos tem aumentado enormemente. Segundo dados da Buildings, empresa especializada em pesquisa imobiliária corporativa, no 4º trimestre de 2021 o país teve mais de 1 milhão de m² de construção de galpões logísticos, um recorde. O setor de HVAC é fundamental nessas construções, com projetos e instalações de ar condicionado (climatização, exaustão, renovação de ar e ventilação).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Devido ao tamanho considerável das áreas de armazenamento em galpões logísticos, empresas e construtoras têm voltado seus investimentos para projetos de ventilação natural, buscando melhorar o conforto térmico e amenizar as temperaturas. Os resultados variam conforme diferentes fatores, como tipos de abertura, layout, área ocupada, localização geográfica e características construtivas da edificação, além das atividades realizadas no espaço.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As principais normas de referência para esses casos são:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">ANSI/ASHRAE 62.1 / 2016 &#8211; Ventilation for acceptable indoor air quality;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">ANSI/ASHRAE 90.1 / 2016 – Energy Standard for Buildings;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">ANSI/ASHRAE 55 / 2017 – Thermal Environment Conditions Human Occupancy;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">CISBE Applications Manual AM10;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ministério do Trabalho – NR 17 Ergonomia – Anexo 3 – Limites de Exposição ao Calor.</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a ASHRAE 62.1:2019, para um galpão do tipo “Warehouse – Centro Logístico”, as renovações de ar são necessárias conforme a taxa de ocupação e a área coberta construída, sendo indicada uma vazão mínima de 5 Litros por segundo por pessoa e 0,3 Litros por segundo por m². É importante destacar que essa vazão mínima visa garantir a qualidade do ar interno, mas não considera diretamente o conforto térmico dos ocupantes nem a necessidade de diluição de poluentes gerados internamente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para proporcionar maior conforto térmico aos ocupantes, geralmente são necessárias taxas de renovação de ar mais elevadas. O padrão ASHRAE-55 é uma referência internacional para conceitos de conforto térmico, incluindo ambientes naturalmente ventilados, onde a quantidade de renovações de ar deve ser definida considerando diversos fatores, como:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Atividades físicas dos ocupantes e o tempo dedicado a cada atividade;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Tipos de vestimenta utilizados e a possibilidade de adaptação conforme as condições climáticas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Temperatura interna do ar;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Umidade relativa;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Velocidade do vento gerada pelo conceito de ventilação natural e a instalação de ventiladores nos postos de trabalho fixos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Radiação emitida por superfícies mais quentes que o ambiente, como paredes e tetos.</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, a escolha das características de ventilação natural depende das condições internas aceitáveis de temperatura e sensação térmica máxima, podendo ser ajustadas conforme o tipo de solução de ventilação natural adotada (1. Ventilação por uma única abertura ou aberturas em um lado da edificação; 2. Ventilação Cruzada; 3. Efeito Chaminé), além dos demais fatores mencionados.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">É crucial ressaltar que a Ventilação Natural pode ser uma alternativa viável para atender às necessidades de galpões logísticos, porém a consulta a consultores especializados é fundamental para garantir que as condições desejadas sejam atendidas. Sistemas com Ventilação Natural podem apresentar amplas variações de temperatura devido às condições climáticas e tendem a variar constantemente nas taxas de renovação de ar internas, influenciadas por ventos e variações de pressão atmosférica. Soluções com Ventilação Mecânica ou sistemas de Refrigeração / Ar Condicionado são necessárias quando o controle preciso de temperatura e poluentes é essencial.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">As empresas associadas à SMACNA são parceiras de construtoras e empresas na construção de galpões logísticos, oferecendo soluções que priorizam qualidade, segurança e eficiência energética.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sistemas de água gelada: Chillers com condensação a ar x condensação a água</title>
		<link>https://smacna.org.br/artigos-tecnicos/chiller/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Mar 2024 17:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Técnicos]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[ar condicionado]]></category>
		<category><![CDATA[ar quente]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
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		<category><![CDATA[torre resfriamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Em projetos de sistemas de ar condicionado com uso de equipamentos do tipo chiller, muitas alternativas e tecnologias são possíveis de serem aplicadas. Existem dois tipos de chiller mais utilizados: condensação a ar e condensação a água. A grande diferença entre eles ocorre no rejeito do calor para o ambiente externo. Em sistemas de condensação a ar, o calor é rejeitado diretamente no ar externo na forma de ar quente. Por outro lado, em sistemas de condensação a água o calor é rejeitado na água, sendo necessário um sistema de apoio, normalmente uma torre de resfriamento. 
Conheça mais sobre este tema neste artigo SMACNA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em projetos de sistemas de ar condicionado com uso de equipamentos do tipo Chiller, muitas alternativas e tecnologias são possíveis, onde o Chiller efetua o resfriamento da água que circula nas tubulações hidráulicas que alimentam os FanCoils, responsáveis pela climatização dos ambientes relacionados. Como ocorre em todos os sistemas térmicos, há a transferência de calor de um meio para outro. Assim, para que os Chillers possam resfriar a água gelada, o calor retirado da água deve ser rejeitado em outro meio para fora do sistema.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentre os dois tipos de chillers mais utilizados, destacam-se: condensação a ar e condensação a água. A grande diferença entre eles ocorre no rejeito do calor para o ambiente externo. Em sistemas de condensação a ar, o calor é rejeitado diretamente no ar externo na forma de ar quente. Por outro lado, em sistemas de condensação a água, o calor é rejeitado na forma de água, sendo necessário um sistema de apoio, normalmente uma Torre de Resfriamento.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">De modo geral, a escolha pelo tipo de chiller se dá em função dos seguintes fatores principais: custo, aplicação, recursos e espaço disponível. O Chiller de condensação a água tem como principais vantagens a maior versatilidade: pode ser instalado em qualquer lugar da edificação, ser mais compacto, ter maior vida útil e, em geral, alcançar níveis superiores de eficiência energética. Isto porque utiliza temperatura de bulbo úmido (para simplificar o entendimento, podemos relacioná-la ao nível de umidade do ar externo), enquanto que chillers com condensação a ar utilizam a temperatura de bulbo seco do ar externo (aquela que medimos no termômetro), esta última sempre superior ou igual à de bulbo úmido. Por outro lado, esse tipo de Chiller necessita rejeitar o calor em um volume grande de água, a qual, na maioria das vezes, é desprezada pelo processo de evaporação, através das Torres de Resfriamento. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem algumas oportunidades de utilização de água de reúso, ou mesmo a aplicação de circuitos fechados que não gastam água, como por exemplo, a instalação de circuitos geotérmicos, mas que necessitam que a viabilidade seja avaliada. Importante destacar que a instalação de Torres de Resfriamento demandam alguns desafios: como a necessidade de espaços físicos específicos, em geral produzem ruídos, além da necessidade de tratamento da água e de manutenção para reduzir a incrustação dos sistemas, e principalmente, o custo de consumo de água. Em comparação, o Chiller de condensação a ar só pode ser instalado em local aberto, tem um tamanho físico maior em comparação ao Chiller de condensação a água, tem menor vida útil e, via de regra, maior consumo de energia. Instalações com Chillers a ar são mais compactas e simples, pois eliminam o uso de torres de resfriamento, bombas e tubulações de condensação, o que reduz os custos de investimento inicial e de manutenção periódica, mas principalmente a vantagem do chiller a ar é de não consumir água para seu funcionamento. Assim, a escolha do tipo de Chiller a ser adotado deve considerar os diversos fatores acima apontados, buscando sempre equacionar as diversas variáveis, possibilidades e necessidades da instalação, para encontrar a melhor solução para cada caso.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class=" wp-image-1571 aligncenter" src="https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Captura-de-Tela-2024-03-21-às-16.33.02-300x175.png" alt="" width="437" height="255" srcset="https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Captura-de-Tela-2024-03-21-às-16.33.02-300x175.png 300w, https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Captura-de-Tela-2024-03-21-às-16.33.02-480x280.png 480w, https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Captura-de-Tela-2024-03-21-às-16.33.02.png 645w" sizes="(max-width: 437px) 100vw, 437px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante destacar que ambos os tipos de Chillers ao longo dos anos foram aperfeiçoados, buscando sempre encontrar a melhor performance dos equipamentos e reduzir o consumo de energia e água. A escolha de cada tipo de chiller ou sistema envolve inúmeros fatores e disponibilidade de recursos, e não é uma análise simples. É importante contar com empresas de projetos e instalações com know-how para o desenvolvimento destas análises e é fundamental a participação da empresa fabricante dos equipamentos para prover todos esses dados e discutir as variáveis envolvidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Referência Bibliográfica: Impact of Water Utility Rates on Chiller Selections. JUDITH M. PETERS, P.E., BEMP, ASSOCIATE MEMBER ASHRAE. ASHRAE JOURNAL June 2018.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sistemas de Ar Condicionado para Hotéis</title>
		<link>https://smacna.org.br/artigos-tecnicos/sistemas-de-ar-condicionado-para-hoteis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Aug 2023 14:42:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Técnicos]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[facilities]]></category>
		<category><![CDATA[hóspedes]]></category>
		<category><![CDATA[hoteis]]></category>
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		<category><![CDATA[hvac]]></category>
		<category><![CDATA[sistemas de ar condicionado]]></category>
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					<description><![CDATA[Hotéis são edificações com características únicas, sempre distintas entre si.  Porém, do ponto de vista de sistemas de ar condicionado para hotéis, há diversas similaridades em relação ao objetivo de fornecer bem estar aos hóspedes. Para que isso ocorra, é fundamental pensar em aspectos como renovação de ar, exaustão nos banheiros, nível de ruídos, vida útil dos equipamentos, eficiência energética, entre outros. 

Leia mais sobre este tema neste artigo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">Hotéis são edificações com características únicas, sempre distintas entre si, podendo ser construções verticais ou horizontais, com diferentes padrões, tipos de ocupação e necessidades. No entanto, do ponto de vista dos sistemas de ar condicionado para hotéis, há diversas similaridades, especialmente quando se considera o conforto térmico dos ocupantes, a confiabilidade da operação, a facilidade de manutenção, a longa vida útil dos equipamentos, a possibilidade de modernização dos sistemas, a qualidade do ar interior e a eficiência energética.</p>
<p class="p1">Conforme o <i>ASHRAE Handbook 2019</i>, projetos e instalações de HVAC para hotéis devem considerar que:</p>
<p class="p3">•Cada quarto atendido por sistema de HVAC deve ter controle individual de temperatura, ventilação e, se necessário, aquecimento e desumidificação, possibilitando assim o conforto térmico adequado de todos os hóspedes;</p>
<p class="p3">•Nem todos os espaços do hotel são ocupados ao mesmo tempo. Assim, para maior eficiência energética, o sistema de HVAC deve prever a possibilidade de operar em cargas parciais, considerando a ocupação dos ambientes;</p>
<p class="p3">•As cozinhas de hotéis podem necessitar de sistemas robustos de exaustão, atendendo às normas de conforto térmico dos ocupantes e prevenindo a dispersão de odores de gordura;</p>
<p class="p3">•Deve-se prever um sistema de renovação ou exaustão de ar adequado e individual para cada ambiente, conforme as normas e diretrizes vigentes.</p>
<p class="p3">Além das necessidades mencionadas, as decisões quanto às soluções de HVAC a serem adotadas devem envolver equipes multidisciplinares desde a elaboração do projeto. É importante também considerar aspectos como custo-benefício, conformidade com normas e legislações, características arquitetônicas e estéticas, condições climáticas locais, além de baixo nível de ruído, especialmente em dormitórios, pois o ruído pode comprometer a experiência dos usuários.</p>
<p class="p3">Adicionalmente, considerando que os quartos de hotéis normalmente são ambientes pequenos e que há um uso crescente de sistemas de expansão direta de grande porte (VRF), é essencial a adoção de medidas de segurança no projeto para evitar a concentração excessiva de fluido refrigerante em caso de vazamento.</p>
<p class="p3">Com a pandemia de Covid-19, a qualidade do ar interno tornou-se ainda mais relevante, apontando para a necessidade de uma renovação de ar adequada em espaços fechados ocupados. É fundamental que os sistemas de HVAC em hotéis atendam a essa necessidade.</p>
<p class="p3">A manutenção adequada é especialmente importante, pois o bom funcionamento dos sistemas de HVAC é essencial para a operação dos hotéis, considerando não apenas o conforto térmico dos ocupantes, mas também a qualidade do ar interno e a segurança da ocupação. Portanto, é necessário contar com equipes de manutenção experientes, que elaborem um Plano de Manutenção (PMOC) adequado e garantam a confiabilidade dos sistemas.</p>
<p class="p3">A parceria com projetistas e empresas de manutenção confiáveis e com ampla experiência, como aquelas vinculadas à SMACNA Brasil, garante a identificação de oportunidades para maior eficiência energética e menos manutenções corretivas, gerando ganhos com menores custos para as redes hoteleiras, além de contribuir para a experiência dos hóspedes.</p>
<p class="p1"><b>Autor</b>: Eng. Ariel Gandelman</p>
<p class="p1"><b>Revisão Técnica</b>: Comitê de Artigos Técnicos SMACNA Brasil</p>
<p class="p1"><b>Revisão de Texto</b>: Ana Del Mar</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>FREE COOLING – Uma interessante oportunidade de eficiência energética</title>
		<link>https://smacna.org.br/artigos-tecnicos/free-cooling-uma-interessante-oportunidade-de-eficiencia-energetica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jun 2023 12:31:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Técnicos]]></category>
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		<category><![CDATA[ar condicionado]]></category>
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					<description><![CDATA[Um interessante conceito a ser considerado em projetos e instalações de ar condicionado é o chamado free cooling. Esse método consiste em aproveitar as condições climáticas favoráveis de ar externo que possibilitam a climatização sem a utilização do ciclo de refrigeração convencional. 

Esse tipo de solução pode ser amplamente utilizada em cidades com clima ameno, sendo uma excelente oportunidade de economia de energia, uma vez que é altamente eficiente, além de propiciar ambientes mais saudáveis aos ocupantes com o aumento das taxas de renovação de ar externo.
Saiba mais sobre este tema neste artigo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">Um conceito interessante a ser considerado em projetos e instalações de ar condicionado é o chamado <i>free cooling</i>. Esse método consiste em aproveitar as condições climáticas favoráveis do ar externo que possibilitam a climatização sem a utilização do ciclo de refrigeração convencional, quando a temperatura e a umidade atingem valores predeterminados.</p>
<p class="p1">Existem várias formas de projetar os diversos tipos de sistemas <i>free cooling</i>. Neste artigo, será abordado um dos principais, o <i>free cooling</i> direto. Essa técnica consiste em insuflar diretamente o ar externo filtrado no ambiente a ser climatizado (com o sistema de ar condicionado total ou parcialmente desligado). Dessa forma, o ambiente externo é constantemente monitorado e, quando as condições forem favoráveis, o ar externo passa a ser aproveitado e insuflado diretamente, o que reduz significativamente o uso do ar condicionado. Esse tipo de solução pode ser amplamente utilizado em cidades com clima ameno, sendo uma excelente oportunidade de economia de energia, uma vez que é altamente eficiente, além de proporcionar ambientes mais saudáveis aos ocupantes, com o aumento das taxas de renovação de ar externo.</p>
<p class="p1">Sistemas com <i>free cooling</i> direto consideram em sua automação sensores de temperatura, umidade e CO₂ do ar externo. Esses valores serão comparados a valores de referência para a tomada de decisão sobre o funcionamento dos componentes do sistema, modulando seu funcionamento conforme os conceitos aplicados de eficiência energética.</p>
<p class="p1">Com base nos sensores de temperatura e umidade, a entalpia do ar externo é calculada pela central de automação. A entalpia do ar externo é a característica associada à energia do ar, que aumenta principalmente quanto mais úmido e quente estiver o clima. A entalpia do ar externo é, então, comparada com a entalpia do ar interno dos ambientes. Quando o sistema de HVAC estiver em funcionamento e a entalpia do ar externo for inferior à entalpia do ar interno, o sistema poderá captar o ar externo para combater a carga térmica do ambiente climatizado.</p>
<p class="p1">Na configuração de <i>free cooling</i> direto, o sistema de ar condicionado reduzirá automaticamente a carga de funcionamento até encontrar a temperatura de set point de operação adequada, com menor consumo de energia.</p>
<p class="p1">A tecnologia de <i>free cooling</i> atualmente é amplamente utilizada no Brasil em data centers e indústrias, sendo cada vez mais aplicada por decisores da área de <i>facilities</i> em sistemas de conforto térmico. Para que o sistema seja projetado com um conceito adequado e funcione corretamente, gerando a economia de energia esperada, é fundamental que sejam contratados profissionais qualificados em todas as etapas da implantação (projeto, instalação, comissionamento, operação e manutenção).</p>
<p class="p1">As empresas associadas à SMACNA são referência em instalações e manutenções de qualidade para sistemas de HVAC, sempre buscando a eficiência energética, o bem-estar e a saúde dos ocupantes.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Automação Predial para Gestores de Facilities</title>
		<link>https://smacna.org.br/artigos-tecnicos/automacao-predial-para-gestores-de-facilities/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jun 2023 17:02:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Técnicos]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[automação]]></category>
		<category><![CDATA[automação predial]]></category>
		<category><![CDATA[edificações]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[facilities]]></category>
		<category><![CDATA[manutenção predial]]></category>
		<category><![CDATA[sistema predial]]></category>
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					<description><![CDATA[A automação predial integra os sistemas prediais e contribuem para a eficiência energética das edificações. Embora existam dezenas de práticas recomendadas para os gestores de facilities, é importante conhecer os fundamentos da automação predial: o que pode ser automatizado e quais são os benefícios. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><b>Temas com os quais você pode parar de se preocupar: os princípios básicos da automação de edificações</b></p>
<p class="p1">A automação predial pode ser descrita como uma rede de controles mecânicos, acionados a partir de um sistema de controle central. As principais configurações de automação incluem sistemas mecânicos, especialmente ar condicionado (controle de temperatura, abertura e fechamento de VAVs, entre outros) e iluminação.</p>
<p class="p1">A automação predial integra os sistemas das edificações e contribui para a eficiência energética. Embora existam dezenas de práticas recomendadas para os gestores de facilities, é importante conhecer os fundamentos da automação predial: o que pode ser automatizado e quais são os benefícios.</p>
<p class="p1">A seguir, estão relacionados os três pontos essenciais sobre automação predial:</p>
<p class="p3"><span class="s1"> 1. </span><b>Economia de energia</b></p>
<p class="p3">Além de possibilitar o controle dos sistemas das edificações, a maior vantagem da automação é a economia de energia. Quando projetada corretamente, permite que os sistemas que mais consomem energia (por exemplo, HVAC e iluminação) tenham o melhor desempenho possível, ao mesmo tempo, garantindo que não haja desperdício. Economizar energia por meio da maior eficiência dos sistemas resulta em menor OpEx (custos operacionais).</p>
<p class="p3"><span class="s1"> 2. </span><b>Monitoramento remoto</b></p>
<p class="p3">A automação permite o monitoramento remoto dos sistemas e equipamentos pelos gestores de facilities, mesmo quando estão fora ou distantes das edificações. Por exemplo, quando há algum defeito, os gestores podem monitorar a situação e repassar as informações para as equipes especializadas corrigirem o problema, acompanhando as ações que serão adotadas.</p>
<p class="p3"><span class="s1"> 3. </span><b>Melhoria contínua</b></p>
<p class="p3">Por meio dos Sistemas de Automação Predial, é possível acessar dados de desempenho dos sistemas e identificar oportunidades para melhorar a eficiência energética das edificações. A compilação de dados de determinados períodos pode ajudar a identificar padrões de uso e a ajustar os equipamentos de acordo.</p>
<p class="p1"><b>O que pode ser automatizado? Como essa automação melhora a eficiência energética dos sistemas?</b></p>
<p class="p1">Os principais sistemas prediais normalmente automatizados são:</p>
<p class="p5">•<b>Sistemas mecânicos</b> – Em chillers, torres de resfriamento, <i>dry coolers</i>, entre outros, peças como válvulas e bombas podem ser conectadas a um sistema de automação predial, possibilitando o controle pelos gestores de facilities, para melhorar a eficiência energética.</p>
<p class="p5">•<b>Iluminação</b> – A iluminação pode ser controlada por sensores que detectam movimento, identificando quando alguém entra em uma sala. Esses sensores também podem ter medidores de nível de luz, que captam a quantidade de luz externa que entra na sala. Com as luzes LED adequadamente instaladas, é possível reduzir o brilho das luminárias com base nos níveis de luz natural, entre outras possibilidades.</p>
<p class="p5">•<b>Funções diversas da edificação</b> – Existem dezenas de funções que podem ser automatizadas. Por exemplo, se for necessário que uma porta de entrada da edificação seja aberta periodicamente durante um determinado período, essa porta pode ser programada para tal ação, com os relés apropriados instalados para controlar essa operação.</p>
<p class="p5">Quando essas três partes de um edifício (HVAC, iluminação e controles) são integradas para funcionar de forma coordenada, há uma melhoria significativa na eficiência energética, além de uma maior vida útil dos equipamentos.</p>
<p class="p1"><b>Quais são os problemas comuns enfrentados pelas edificações em relação à automação predial e como esses problemas podem ser resolvidos?</b></p>
<p class="p1">Ter vários sistemas de automação predial que não funcionam de forma integrada é o maior problema que pode ocorrer.</p>
<p class="p1">Uma situação frequente é que, com o passar dos anos, as edificações costumam ter diversos empreiteiros instalando produtos que não são compatíveis com os sistemas de automação e controle existentes. Por isso, é importante ter uma empresa de manutenção parceira, que seja capaz de integrar os diferentes sistemas sem prejudicar o desempenho e a eficiência energética.</p>
<p class="p1">Outro grande problema ocorre quando as empresas evitam permitir o acesso remoto aos sistemas de automação predial. Para obter o máximo do que foi instalado, é necessário permitir que os gestores de facilities tenham acesso total, para poderem monitorar e fazer ajustes quando necessário.</p>
<p class="p1">Por último, recomenda-se manter uma estrutura de automação predial simples antes de instalar sistemas mais complexos. O treinamento dos profissionais envolvidos no uso dos sistemas é fundamental. Esses sistemas podem se tornar muito complexos, e as equipes podem não compreender totalmente como os operar.</p>
<p class="p1">Com equipes devidamente treinadas em automação predial, as edificações devem operar continuamente com uma tendência crescente de eficiência, beneficiando todos os ocupantes.</p>
<p class="p1"><i>O texto acima foi adaptado, diferenciando os tipos de automação central, local ou BMS.</i></p>
<p class="p1"><b>Fonte</b>: Artigo traduzido e adaptado do site <a href="https://www.esmagazine.com/articles/101264-stuff-you-can-stop-worrying-about-the-basics-of-building-automation">https://www.esmagazine.com/articles/101264-stuff-you-can-stop-worrying-about-the-basics-of-building-automation</a></p>
<p class="p1"><b>Tradução e adaptação</b>: Ariel Gandelman</p>
<p class="p1"><b>Revisão Técnica</b>: Comitê de Artigos Técnicos SMACNA Brasil</p>
<p class="p1"><b>Revisão de Texto</b>: Ana Del Mar</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Seleção de materiais na envoltória das edificações e oportunidades de eficiência energética</title>
		<link>https://smacna.org.br/artigos-tecnicos/selecao-de-materiais-na-envoltoria-das-edificacoes-e-oportunidades-de-eficiencia-energetica-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jun 2023 15:14:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Técnicos]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[A envoltória de edificações são todos os elementos que estão acima do nível do solo e com contato com o exterior, sendo o conjunto formado pelas fachadas e pela cobertura de uma edificação. Em geral compõem a envoltória paredes, janelas, portas e telhados. As envoltórias são responsáveis por: Controlar o fluxo de calor para dentro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A envoltória de edificações são todos os elementos que estão acima do nível do solo e com contato com o exterior, sendo o </span><span style="font-weight: 400;">conjunto formado pelas fachadas e pela cobertura de uma edificação</span><span style="font-weight: 400;">. Em geral compõem a envoltória paredes, janelas, portas e telhados. As envoltórias são responsáveis por:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Controlar o fluxo de calor para dentro das edificações;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Controlar o fluxo de ar interno &#8211; ;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Impedir a penetração de água (especialmente da chuva);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Controlar a formação de vapores ou condensações;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Controlar a incidência de luz e sol;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Evitar que sons e barulhos externos sejam escutados no interior das edificações;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Prevenir contra incêndios;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ser duráveis;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Permitir manutenções e consertos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ser esteticamente agradáveis;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ser econômica;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ser sustentáveis.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A escolha dos materiais, soluções e design das envoltórias deve envolver um time multidisciplinar. O objetivo é que as escolhas feitas tragam maior conforto aos usuários ou ocupantes das edificações, adotando soluções construtivas que reduzam a necessidade de consumo de energia e demanda de sistemas complementares, como ar condicionado, possibilitando construções mais eficientes e sustentáveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a demanda cada vez mais crescente por eficiência energética e a necessidade de adoção de soluções sustentáveis, inclusive para atender a Normas e Leis que variam em cada país, a atenção às envoltórias das edificações é cada vez maior. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No Brasil, há certificações internacionais, como o Green Building Council, que têm sido cada vez mais difundidas e requisitadas pelos clientes finais no momento de incorporação e construção das edificações. Edificações comerciais devem também atender ao Regulamento Técnico da Qualidade do Nível de Eficiência Energética (RTQ-C), aprovado em junho de 2009, e que se baseia na avaliação de três requisitos principais: o desempenho térmico da envoltória do edifício; a eficiência e potência instalada do sistema de iluminação; e a eficiência do sistema de condicionamento do ar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É referência no país também a ABNT NBR 15.575-4: 2013, Edificações habitacionais — Desempenho. A Parte 4 é sobre Requisitos para os sistemas de vedações verticais internas e externas — SVVIE.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para que as envoltórias sejam realmente efetivas, as tomadas descrições devem considerar cálculos complexos, como condução de calor dos materiais, absorvância, transmissão</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Autor: Eng. Ariel Gandelman</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Revisão Técnica: Comitê de Artigos Técnicos SMACNA Brasil</span></p>
<p>Revisão de Texto: Ana Del Mar</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fluídos Refrigerantes: Evolução e Sustentabilidade</title>
		<link>https://smacna.org.br/artigos-tecnicos/fluidosrefrigerantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 May 2023 14:25:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Técnicos]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[ar condicionado]]></category>
		<category><![CDATA[camada de ozônio]]></category>
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		<category><![CDATA[fluidos refrigerantes]]></category>
		<category><![CDATA[HCFC]]></category>
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		<category><![CDATA[refrigeração]]></category>
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		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Os fluidos refrigerantes são parte fundamental de qualquer sistema de HVAC-R. Nas últimas décadas os fluidos têm passado por importantes evoluções tecnológicas, movidos principalmente pela busca à eficiência energética, preservação do meio ambiente e segurança na aplicação. Saiba mais neste artigo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">Os fluidos refrigerantes são parte integrante (e fundamental) para o funcionamento dos sistemas de climatização e refrigeração. Eles têm evoluído ao longo do tempo, especialmente em busca de maior eficiência energética, segurança nas operações e, mais recentemente, em função do impacto ambiental.</p>
<p class="p1">Os primeiros fluidos desenvolvidos eram do tipo CFCs, com alto potencial de destruição da camada de ozônio (ODP) e alto potencial de contribuição para o aquecimento global (GWP). O uso de fluidos com essas características foi proibido a partir da assinatura do Protocolo de Kyoto, quando foram substituídos por fluidos refrigerantes do tipo HCFCs, com baixo potencial de ODP, embora ainda com alto GWP.</p>
<p class="p1">Para substituir os fluidos do tipo HCFCs, a partir do Protocolo de Montreal (1985), do qual o Brasil também é signatário, foram desenvolvidos os HFCs, que apresentam zero ODP, mas ainda alto GWP. Fluidos desse tipo também já estão sendo proibidos, especialmente na América do Norte e Europa, e, a partir do Protocolo de Kigali, têm sido substituídos por fluidos do tipo HFOs, com zero ODP e baixo GWP.</p>
<p class="p1">Além dos mencionados, existem também os fluidos chamados “naturais”, como amônia, propano, butano e CO₂, que foram os primeiros fluidos utilizados e apresentam boas condições de sustentabilidade e eficiência energética. No entanto, são fluidos que exigem maiores cuidados no projeto, instalação e manutenção, especialmente para garantir a segurança dos sistemas e dos operadores/usuários.</p>
<p class="p1">Desde o Protocolo de Montreal, a pauta visando à proteção da camada de ozônio e à redução do efeito estufa tem provocado mudanças nas legislações, produtos e serviços. Um exemplo é a indústria de cosméticos, que deixou de utilizar CFCs na composição de seus produtos.</p>
<p class="p1">No mercado de HVAC-R, não é diferente. Os gases utilizados nos circuitos de refrigeração, desde geladeiras até chillers dos sistemas centrais, vêm sendo alterados. Em 1996, o uso dos refrigerantes R11 e R12 (CFCs) foi proibido, sendo substituídos pelo R22 (HCFC), que terá “phase-out” até 2030. Nos últimos anos, o mercado tem utilizado o 134A e o 410 em substituição ao R22, mas esses também já têm prazo para serem retirados de circulação.</p>
<p class="p1">Além dessa “sopa de números e letras”, é sabido que os fluidos refrigerantes que substituem os anteriores podem trazer perda de eficiência térmica se implantados em equipamentos antigos. No passado, quase todos os fabricantes utilizavam o mesmo tipo de refrigerante, mas esse consenso já não existe mais, pois a presença de novos fluidos acompanha quase de imediato o lançamento de novos produtos.</p>
<p class="p1">Além de considerar a eficiência como um fator de cuidado com o planeta, surgiram duas novas métricas importantes para avaliar os fluidos refrigerantes:</p>
<p class="p3">•ODP, que mede o potencial de destruição da camada de ozônio, variando de 0 a 1. Quanto menor o número, menor o impacto.</p>
<p class="p3">•GWP, que mede o impacto no aquecimento global, sendo 1 o valor de referência.</p>
<p class="p3">O mercado de refrigeração e ar condicionado responde por aproximadamente 82% do consumo de HCFCs, que, como mencionado, terão menor disponibilidade com a proximidade da data limite. Portanto, as mudanças de refrigerante em um retrofit ou nova instalação são certas, e todos os interessados no futuro do planeta precisam entender as soluções que o mercado está propondo.</p>
<p class="p3">Assim, todas essas evoluções implicam em transformações para o mercado de HVAC-R na totalidade. Desde projetistas, instaladores e fornecedores, até os clientes, todos precisarão conduzir atualizações (ou até mesmo substituições) em seus sistemas já instalados.</p>
<p class="p3">Embora as condições específicas de cada sistema devam ser consideradas, os principais fatores na tomada de decisão são:</p>
<p class="p3">•Em casos de retrofit, buscar a compatibilidade do novo fluido com os sistemas já existentes;</p>
<p class="p3">•Verificar a facilidade de acesso ao novo fluido e sua disponibilidade no mercado;</p>
<p class="p3">•Analisar os custos de implantação e a eficiência energética relacionada;</p>
<p class="p3">•Considerar as necessidades operacionais do cliente;</p>
<p class="p3">•Avaliar a manutenção preventiva, especialmente em sistemas que utilizam fluidos tóxicos, inflamáveis ou com altas pressões.</p>
<p class="p3">Em 26 de maio de 2022, a Câmara dos Deputados aprovou a Emenda de Kigali no Brasil. O tratado agora precisa ser ratificado pelo Senado Federal, mas já representa um importante passo rumo a uma economia sustentável. O mercado de HVAC-R tem trabalhado para buscar soluções de maior eficiência energética e sustentabilidade, preservando a segurança das operações e a confiabilidade dos sistemas.</p>
<p class="p3">A SMACNA e todas as empresas vinculadas são parceiras de todo o setor e buscam sempre os melhores resultados para seus clientes, além de apoiar o desenvolvimento do setor de HVAC-R rumo a um futuro mais sustentável e eficiente.</p>
<p class="p1"><b>Autor</b>: Eng. Ariel Gandelman</p>
<p class="p1"><b>Revisão Técnica</b>: Comitê de Artigos Técnicos SMACNA Brasil</p>
<p class="p1"><b>Revisão de Texto</b>: Ana Del Mar</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conforto Térmico e o Bem-Estar dos Ocupantes</title>
		<link>https://smacna.org.br/artigos-tecnicos/conforto-termico-e-o-bem-estar-dos-ocupantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 May 2023 14:33:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Técnicos]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[ar condicionado]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[climatização]]></category>
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		<category><![CDATA[escritórios]]></category>
		<category><![CDATA[renovação ar]]></category>
		<category><![CDATA[renovação de ar]]></category>
		<category><![CDATA[temperatura]]></category>
		<category><![CDATA[termostato]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://smacna.org.br/?p=1427</guid>

					<description><![CDATA[O conforto térmico, o bem-estar dos ocupantes e a “ocupação saudável de edificações” estão diretamente relacionados. Leia o conteúdo desenvolvido pelo Comitê de Artigos Técnicos da SMACNA, que te ajudará a entender como se dá a interação destes conceitos tão importantes para o setor de HVAC e demais setores relacionados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">Quando se fala em climatização de conforto, geralmente se refere ao conforto térmico dos ocupantes, um termo amplamente utilizado no setor de HVAC e já incorporado ao vocabulário de gestores e operadores de <i>facilities</i>, sejam eles de indústrias, edificações corporativas, comerciais ou residenciais, assim como de profissionais de arquitetura. Apesar de ser um termo comum, entender o que é conforto térmico não é simples.</p>
<p class="p1"><strong>O conforto térmico é definido pela ASHRAE como “um estado de espírito que reflete satisfação com o ambiente térmico que envolve a pessoa”. Assim, trata-se de um conceito subjetivo, variando de indivíduo para indivíduo. Um ambiente que proporcione neutralidade térmica para alguns pode causar desconforto para outros.</strong></p>
<p class="p1">Este conceito envolve diversos fatores, como temperatura, velocidade do ar, umidade, comportamento dos gradientes de temperatura, ruídos, incidência solar, concentração de oxigênio e dióxido de carbono, além da homogeneidade na distribuição do ar no espaço. Há também um fator psicológico: quanto mais controle os usuários têm sobre as variáveis ambientais, maior é a sensação de conforto térmico.</p>
<p class="p1">É fundamental que os projetos de HVAC considerem os tipos de ocupação, atividades, roupas, equipamentos, incidência solar e a temperatura média da região. Além disso, não podemos esquecer da importância da renovação do ar, seja por ventilação natural ou mecânica, e da manutenção da qualidade dos sistemas de HVAC para garantir o bem-estar e a saúde dos ocupantes. As empresas associadas à SMACNA Brasil possuem vasta experiência na aplicação do conceito de conforto térmico em diferentes tipos de edificações.</p>
<p class="p1"><b>Autor</b>: Eng. Ariel Gandelman</p>
<p class="p1"><b>Revisão Técnica</b>: Comitê de Artigos Técnicos SMACNA Brasil</p>
<p class="p1"><b>Revisão de Texto</b>: Ana Del Mar</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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