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	<title>ar condicionado | Smacna Brasil</title>
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	<description>A SMACNA Brasil é uma associação fundada no Brasil em 1989, e nos Estados Unidos há quase 80 anos, e é responsável por contribuir com inovações, informações e capacitação de profissionais no chamado segmento AVAC-R (Aquecimento, Ventilação, Exaustão, Ar Condicionado e Refrigeração).</description>
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	<title>ar condicionado | Smacna Brasil</title>
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		<title>Sistemas de água gelada: Chillers com condensação a ar x condensação a água</title>
		<link>https://smacna.org.br/artigos-tecnicos/chiller/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Mar 2024 17:00:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em projetos de sistemas de ar condicionado com uso de equipamentos do tipo chiller, muitas alternativas e tecnologias são possíveis de serem aplicadas. Existem dois tipos de chiller mais utilizados: condensação a ar e condensação a água. A grande diferença entre eles ocorre no rejeito do calor para o ambiente externo. Em sistemas de condensação a ar, o calor é rejeitado diretamente no ar externo na forma de ar quente. Por outro lado, em sistemas de condensação a água o calor é rejeitado na água, sendo necessário um sistema de apoio, normalmente uma torre de resfriamento. 
Conheça mais sobre este tema neste artigo SMACNA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em projetos de sistemas de ar condicionado com uso de equipamentos do tipo Chiller, muitas alternativas e tecnologias são possíveis, onde o Chiller efetua o resfriamento da água que circula nas tubulações hidráulicas que alimentam os FanCoils, responsáveis pela climatização dos ambientes relacionados. Como ocorre em todos os sistemas térmicos, há a transferência de calor de um meio para outro. Assim, para que os Chillers possam resfriar a água gelada, o calor retirado da água deve ser rejeitado em outro meio para fora do sistema.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentre os dois tipos de chillers mais utilizados, destacam-se: condensação a ar e condensação a água. A grande diferença entre eles ocorre no rejeito do calor para o ambiente externo. Em sistemas de condensação a ar, o calor é rejeitado diretamente no ar externo na forma de ar quente. Por outro lado, em sistemas de condensação a água, o calor é rejeitado na forma de água, sendo necessário um sistema de apoio, normalmente uma Torre de Resfriamento.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">De modo geral, a escolha pelo tipo de chiller se dá em função dos seguintes fatores principais: custo, aplicação, recursos e espaço disponível. O Chiller de condensação a água tem como principais vantagens a maior versatilidade: pode ser instalado em qualquer lugar da edificação, ser mais compacto, ter maior vida útil e, em geral, alcançar níveis superiores de eficiência energética. Isto porque utiliza temperatura de bulbo úmido (para simplificar o entendimento, podemos relacioná-la ao nível de umidade do ar externo), enquanto que chillers com condensação a ar utilizam a temperatura de bulbo seco do ar externo (aquela que medimos no termômetro), esta última sempre superior ou igual à de bulbo úmido. Por outro lado, esse tipo de Chiller necessita rejeitar o calor em um volume grande de água, a qual, na maioria das vezes, é desprezada pelo processo de evaporação, através das Torres de Resfriamento. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem algumas oportunidades de utilização de água de reúso, ou mesmo a aplicação de circuitos fechados que não gastam água, como por exemplo, a instalação de circuitos geotérmicos, mas que necessitam que a viabilidade seja avaliada. Importante destacar que a instalação de Torres de Resfriamento demandam alguns desafios: como a necessidade de espaços físicos específicos, em geral produzem ruídos, além da necessidade de tratamento da água e de manutenção para reduzir a incrustação dos sistemas, e principalmente, o custo de consumo de água. Em comparação, o Chiller de condensação a ar só pode ser instalado em local aberto, tem um tamanho físico maior em comparação ao Chiller de condensação a água, tem menor vida útil e, via de regra, maior consumo de energia. Instalações com Chillers a ar são mais compactas e simples, pois eliminam o uso de torres de resfriamento, bombas e tubulações de condensação, o que reduz os custos de investimento inicial e de manutenção periódica, mas principalmente a vantagem do chiller a ar é de não consumir água para seu funcionamento. Assim, a escolha do tipo de Chiller a ser adotado deve considerar os diversos fatores acima apontados, buscando sempre equacionar as diversas variáveis, possibilidades e necessidades da instalação, para encontrar a melhor solução para cada caso.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class=" wp-image-1571 aligncenter" src="https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Captura-de-Tela-2024-03-21-às-16.33.02-300x175.png" alt="" width="437" height="255" srcset="https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Captura-de-Tela-2024-03-21-às-16.33.02-300x175.png 300w, https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Captura-de-Tela-2024-03-21-às-16.33.02-480x280.png 480w, https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2023/04/Captura-de-Tela-2024-03-21-às-16.33.02.png 645w" sizes="(max-width: 437px) 100vw, 437px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">É importante destacar que ambos os tipos de Chillers ao longo dos anos foram aperfeiçoados, buscando sempre encontrar a melhor performance dos equipamentos e reduzir o consumo de energia e água. A escolha de cada tipo de chiller ou sistema envolve inúmeros fatores e disponibilidade de recursos, e não é uma análise simples. É importante contar com empresas de projetos e instalações com know-how para o desenvolvimento destas análises e é fundamental a participação da empresa fabricante dos equipamentos para prover todos esses dados e discutir as variáveis envolvidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Referência Bibliográfica: Impact of Water Utility Rates on Chiller Selections. JUDITH M. PETERS, P.E., BEMP, ASSOCIATE MEMBER ASHRAE. ASHRAE JOURNAL June 2018.</span></p>
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		<item>
		<title>FREE COOLING – Uma interessante oportunidade de eficiência energética</title>
		<link>https://smacna.org.br/artigos-tecnicos/free-cooling-uma-interessante-oportunidade-de-eficiencia-energetica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jun 2023 12:31:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Técnicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Um interessante conceito a ser considerado em projetos e instalações de ar condicionado é o chamado free cooling. Esse método consiste em aproveitar as condições climáticas favoráveis de ar externo que possibilitam a climatização sem a utilização do ciclo de refrigeração convencional. 

Esse tipo de solução pode ser amplamente utilizada em cidades com clima ameno, sendo uma excelente oportunidade de economia de energia, uma vez que é altamente eficiente, além de propiciar ambientes mais saudáveis aos ocupantes com o aumento das taxas de renovação de ar externo.
Saiba mais sobre este tema neste artigo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">Um conceito interessante a ser considerado em projetos e instalações de ar condicionado é o chamado <i>free cooling</i>. Esse método consiste em aproveitar as condições climáticas favoráveis do ar externo que possibilitam a climatização sem a utilização do ciclo de refrigeração convencional, quando a temperatura e a umidade atingem valores predeterminados.</p>
<p class="p1">Existem várias formas de projetar os diversos tipos de sistemas <i>free cooling</i>. Neste artigo, será abordado um dos principais, o <i>free cooling</i> direto. Essa técnica consiste em insuflar diretamente o ar externo filtrado no ambiente a ser climatizado (com o sistema de ar condicionado total ou parcialmente desligado). Dessa forma, o ambiente externo é constantemente monitorado e, quando as condições forem favoráveis, o ar externo passa a ser aproveitado e insuflado diretamente, o que reduz significativamente o uso do ar condicionado. Esse tipo de solução pode ser amplamente utilizado em cidades com clima ameno, sendo uma excelente oportunidade de economia de energia, uma vez que é altamente eficiente, além de proporcionar ambientes mais saudáveis aos ocupantes, com o aumento das taxas de renovação de ar externo.</p>
<p class="p1">Sistemas com <i>free cooling</i> direto consideram em sua automação sensores de temperatura, umidade e CO₂ do ar externo. Esses valores serão comparados a valores de referência para a tomada de decisão sobre o funcionamento dos componentes do sistema, modulando seu funcionamento conforme os conceitos aplicados de eficiência energética.</p>
<p class="p1">Com base nos sensores de temperatura e umidade, a entalpia do ar externo é calculada pela central de automação. A entalpia do ar externo é a característica associada à energia do ar, que aumenta principalmente quanto mais úmido e quente estiver o clima. A entalpia do ar externo é, então, comparada com a entalpia do ar interno dos ambientes. Quando o sistema de HVAC estiver em funcionamento e a entalpia do ar externo for inferior à entalpia do ar interno, o sistema poderá captar o ar externo para combater a carga térmica do ambiente climatizado.</p>
<p class="p1">Na configuração de <i>free cooling</i> direto, o sistema de ar condicionado reduzirá automaticamente a carga de funcionamento até encontrar a temperatura de set point de operação adequada, com menor consumo de energia.</p>
<p class="p1">A tecnologia de <i>free cooling</i> atualmente é amplamente utilizada no Brasil em data centers e indústrias, sendo cada vez mais aplicada por decisores da área de <i>facilities</i> em sistemas de conforto térmico. Para que o sistema seja projetado com um conceito adequado e funcione corretamente, gerando a economia de energia esperada, é fundamental que sejam contratados profissionais qualificados em todas as etapas da implantação (projeto, instalação, comissionamento, operação e manutenção).</p>
<p class="p1">As empresas associadas à SMACNA são referência em instalações e manutenções de qualidade para sistemas de HVAC, sempre buscando a eficiência energética, o bem-estar e a saúde dos ocupantes.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fluídos Refrigerantes: Evolução e Sustentabilidade</title>
		<link>https://smacna.org.br/artigos-tecnicos/fluidosrefrigerantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 May 2023 14:25:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Técnicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Os fluidos refrigerantes são parte fundamental de qualquer sistema de HVAC-R. Nas últimas décadas os fluidos têm passado por importantes evoluções tecnológicas, movidos principalmente pela busca à eficiência energética, preservação do meio ambiente e segurança na aplicação. Saiba mais neste artigo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">Os fluidos refrigerantes são parte integrante (e fundamental) para o funcionamento dos sistemas de climatização e refrigeração. Eles têm evoluído ao longo do tempo, especialmente em busca de maior eficiência energética, segurança nas operações e, mais recentemente, em função do impacto ambiental.</p>
<p class="p1">Os primeiros fluidos desenvolvidos eram do tipo CFCs, com alto potencial de destruição da camada de ozônio (ODP) e alto potencial de contribuição para o aquecimento global (GWP). O uso de fluidos com essas características foi proibido a partir da assinatura do Protocolo de Kyoto, quando foram substituídos por fluidos refrigerantes do tipo HCFCs, com baixo potencial de ODP, embora ainda com alto GWP.</p>
<p class="p1">Para substituir os fluidos do tipo HCFCs, a partir do Protocolo de Montreal (1985), do qual o Brasil também é signatário, foram desenvolvidos os HFCs, que apresentam zero ODP, mas ainda alto GWP. Fluidos desse tipo também já estão sendo proibidos, especialmente na América do Norte e Europa, e, a partir do Protocolo de Kigali, têm sido substituídos por fluidos do tipo HFOs, com zero ODP e baixo GWP.</p>
<p class="p1">Além dos mencionados, existem também os fluidos chamados “naturais”, como amônia, propano, butano e CO₂, que foram os primeiros fluidos utilizados e apresentam boas condições de sustentabilidade e eficiência energética. No entanto, são fluidos que exigem maiores cuidados no projeto, instalação e manutenção, especialmente para garantir a segurança dos sistemas e dos operadores/usuários.</p>
<p class="p1">Desde o Protocolo de Montreal, a pauta visando à proteção da camada de ozônio e à redução do efeito estufa tem provocado mudanças nas legislações, produtos e serviços. Um exemplo é a indústria de cosméticos, que deixou de utilizar CFCs na composição de seus produtos.</p>
<p class="p1">No mercado de HVAC-R, não é diferente. Os gases utilizados nos circuitos de refrigeração, desde geladeiras até chillers dos sistemas centrais, vêm sendo alterados. Em 1996, o uso dos refrigerantes R11 e R12 (CFCs) foi proibido, sendo substituídos pelo R22 (HCFC), que terá “phase-out” até 2030. Nos últimos anos, o mercado tem utilizado o 134A e o 410 em substituição ao R22, mas esses também já têm prazo para serem retirados de circulação.</p>
<p class="p1">Além dessa “sopa de números e letras”, é sabido que os fluidos refrigerantes que substituem os anteriores podem trazer perda de eficiência térmica se implantados em equipamentos antigos. No passado, quase todos os fabricantes utilizavam o mesmo tipo de refrigerante, mas esse consenso já não existe mais, pois a presença de novos fluidos acompanha quase de imediato o lançamento de novos produtos.</p>
<p class="p1">Além de considerar a eficiência como um fator de cuidado com o planeta, surgiram duas novas métricas importantes para avaliar os fluidos refrigerantes:</p>
<p class="p3">•ODP, que mede o potencial de destruição da camada de ozônio, variando de 0 a 1. Quanto menor o número, menor o impacto.</p>
<p class="p3">•GWP, que mede o impacto no aquecimento global, sendo 1 o valor de referência.</p>
<p class="p3">O mercado de refrigeração e ar condicionado responde por aproximadamente 82% do consumo de HCFCs, que, como mencionado, terão menor disponibilidade com a proximidade da data limite. Portanto, as mudanças de refrigerante em um retrofit ou nova instalação são certas, e todos os interessados no futuro do planeta precisam entender as soluções que o mercado está propondo.</p>
<p class="p3">Assim, todas essas evoluções implicam em transformações para o mercado de HVAC-R na totalidade. Desde projetistas, instaladores e fornecedores, até os clientes, todos precisarão conduzir atualizações (ou até mesmo substituições) em seus sistemas já instalados.</p>
<p class="p3">Embora as condições específicas de cada sistema devam ser consideradas, os principais fatores na tomada de decisão são:</p>
<p class="p3">•Em casos de retrofit, buscar a compatibilidade do novo fluido com os sistemas já existentes;</p>
<p class="p3">•Verificar a facilidade de acesso ao novo fluido e sua disponibilidade no mercado;</p>
<p class="p3">•Analisar os custos de implantação e a eficiência energética relacionada;</p>
<p class="p3">•Considerar as necessidades operacionais do cliente;</p>
<p class="p3">•Avaliar a manutenção preventiva, especialmente em sistemas que utilizam fluidos tóxicos, inflamáveis ou com altas pressões.</p>
<p class="p3">Em 26 de maio de 2022, a Câmara dos Deputados aprovou a Emenda de Kigali no Brasil. O tratado agora precisa ser ratificado pelo Senado Federal, mas já representa um importante passo rumo a uma economia sustentável. O mercado de HVAC-R tem trabalhado para buscar soluções de maior eficiência energética e sustentabilidade, preservando a segurança das operações e a confiabilidade dos sistemas.</p>
<p class="p3">A SMACNA e todas as empresas vinculadas são parceiras de todo o setor e buscam sempre os melhores resultados para seus clientes, além de apoiar o desenvolvimento do setor de HVAC-R rumo a um futuro mais sustentável e eficiente.</p>
<p class="p1"><b>Autor</b>: Eng. Ariel Gandelman</p>
<p class="p1"><b>Revisão Técnica</b>: Comitê de Artigos Técnicos SMACNA Brasil</p>
<p class="p1"><b>Revisão de Texto</b>: Ana Del Mar</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conforto Térmico e o Bem-Estar dos Ocupantes</title>
		<link>https://smacna.org.br/artigos-tecnicos/conforto-termico-e-o-bem-estar-dos-ocupantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 May 2023 14:33:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Técnicos]]></category>
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					<description><![CDATA[O conforto térmico, o bem-estar dos ocupantes e a “ocupação saudável de edificações” estão diretamente relacionados. Leia o conteúdo desenvolvido pelo Comitê de Artigos Técnicos da SMACNA, que te ajudará a entender como se dá a interação destes conceitos tão importantes para o setor de HVAC e demais setores relacionados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">Quando se fala em climatização de conforto, geralmente se refere ao conforto térmico dos ocupantes, um termo amplamente utilizado no setor de HVAC e já incorporado ao vocabulário de gestores e operadores de <i>facilities</i>, sejam eles de indústrias, edificações corporativas, comerciais ou residenciais, assim como de profissionais de arquitetura. Apesar de ser um termo comum, entender o que é conforto térmico não é simples.</p>
<p class="p1"><strong>O conforto térmico é definido pela ASHRAE como “um estado de espírito que reflete satisfação com o ambiente térmico que envolve a pessoa”. Assim, trata-se de um conceito subjetivo, variando de indivíduo para indivíduo. Um ambiente que proporcione neutralidade térmica para alguns pode causar desconforto para outros.</strong></p>
<p class="p1">Este conceito envolve diversos fatores, como temperatura, velocidade do ar, umidade, comportamento dos gradientes de temperatura, ruídos, incidência solar, concentração de oxigênio e dióxido de carbono, além da homogeneidade na distribuição do ar no espaço. Há também um fator psicológico: quanto mais controle os usuários têm sobre as variáveis ambientais, maior é a sensação de conforto térmico.</p>
<p class="p1">É fundamental que os projetos de HVAC considerem os tipos de ocupação, atividades, roupas, equipamentos, incidência solar e a temperatura média da região. Além disso, não podemos esquecer da importância da renovação do ar, seja por ventilação natural ou mecânica, e da manutenção da qualidade dos sistemas de HVAC para garantir o bem-estar e a saúde dos ocupantes. As empresas associadas à SMACNA Brasil possuem vasta experiência na aplicação do conceito de conforto térmico em diferentes tipos de edificações.</p>
<p class="p1"><b>Autor</b>: Eng. Ariel Gandelman</p>
<p class="p1"><b>Revisão Técnica</b>: Comitê de Artigos Técnicos SMACNA Brasil</p>
<p class="p1"><b>Revisão de Texto</b>: Ana Del Mar</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ar Condicionado no 15°C</title>
		<link>https://smacna.org.br/artigos-tecnicos/ar-condicionado-no-15c/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jul 2022 14:35:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Técnicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando se busca atualmente pelo termo “ar condicionado” em plataformas de vídeo da internet, especialmente YouTube, os vídeos de maior destaque são da música “Ar Condicionado no 15°, do cantor Wesley Safadão. Mas, será que faz sentido manter o equipamento nessa temperatura? É fato que a temperatura do ar condicionado é muitas vezes motivo de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se busca atualmente pelo termo “ar condicionado” em plataformas de vídeo da internet, especialmente YouTube, os vídeos de maior destaque são da música “Ar Condicionado no 15°, do cantor Wesley Safadão. Mas, será que faz sentido manter o equipamento nessa temperatura?</p>
<p>É fato que a temperatura do ar condicionado é muitas vezes motivo de conflito em espaços de uso coletivo, uma vez que essa percepção de bem estar pode variar de pessoa para pessoa. Então, primeiramente é necessário entender que climatização de conforto objetiva o conforto térmico dos ocupantes de determinado espaço ou ambiente &#8211; é a condição de sensação de bem estar de cada indivíduo, ou seja, não sentir nem frio nem calor.</p>
<p>Segundo a ASHRAE, conforto térmico é “um estado de espírito que reflete satisfação com o ambiente térmico que envolve a pessoa”, sendo resultado da relação de diversos fatores, especialmente: temperatura, velocidade do ar, umidade, comportamento dos gradientes de temperatura dentro da zona ocupada, ruídos, incidência de raios solares, concentração de oxigênio e dióxido de carbono, e homogeneidade da distribuição de ar no espaço. Existe também um fator conhecido como “fator CLO”, que está relacionado ao tipo de roupa que cada indivíduo utiliza, o que também interfere no conforto térmico.</p>
<p>Além disso, também há fatores psicológicos relacionados. Sabe-se que quanto maior a possibilidade de controle das variáveis pelos usuários nos espaços (incluindo aumento ou diminuição de temperatura de climatização, abertura de janelas, possibilidade de usar roupas mais leves, etc.), maior a sensação positiva quanto ao conforto térmico, mesmo que o espaço ocupado seja menos climatizado / ventilado / aquecido / etc., do que outros ambientes em que os usuários dispõem de menos possibilidades de controle individual.</p>
<p>Assim, conforto térmico e bem estar dos ocupantes estão diretamente relacionados. Do ponto de vista da climatização, de maneira geral, o usuário alcança o bem estar quando os fatores de influência no conforto ambiental estão em faixas aceitáveis, e que ele entende que aquela condição é a melhor situação possível disponível.</p>
<p>Voltando agora à música citada no início deste artigo, 15° C não é uma temperatura de conforto adequada. O ideal é que os parâmetros aplicados de temperatura e ventilação estejam em conformidade com as temperaturas de uma faixa pré-determinada, considerando o uso consciente do ar condicionado, com temperaturas agradáveis e evitando que os fluxos de ar estejam sobre os ocupantes para não causar desconforto térmico. Existem diversos índices de conforto térmico nas principais normas do setor, e em geral estão baseados na percepção que os usuários têm dos espaços que eles ocupam (normalmente na faixa de 20° C a 25° C).</p>
<p>Assim, é fundamental que na concepção de projetos e instalações de ar condicionado sejam consideradas as condições climáticas de cada local, os tipos de ocupação e atividades que serão conduzidas em cada espaço, os tipos de roupas que provavelmente serão utilizadas pelos usuários neste local, quais funções serão exercidas, os tipos de equipamentos presentes nos espaços que geram calor, a incidência solar, entre outros aspectos que possam atender ao conforto térmico dos ocupantes.</p>
<p>As empresas SMACNA são referência em instalações e manutenções de qualidade para sistemas de HVAC, sempre buscando a qualidade das instalações, eficiência energética, bem estar e saúde dos ocupantes.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Novas diretrizes de ar condicionado para  ODONTOLOGIA</title>
		<link>https://smacna.org.br/artigos-tecnicos/1179/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Feb 2022 14:18:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Técnicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Foi lançada em 2021 a nova versão da norma brasileira ABNT 7256, com revisão técnica e atualização de diretrizes, voltada para o tratamento de ar em estabelecimentos assistenciais de saúde (EAS), elencando os requisitos de projeto e execução de instalações. A norma é referência obrigatória para o setor, e tem implicações importantes relacionadas ao ar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><span class="s1">Foi lançada em 2021 a nova versão da norma brasileira ABNT 7256, com revisão técnica e atualização de diretrizes, voltada para o tratamento de ar em estabelecimentos assistenciais de saúde (EAS), elencando os requisitos de projeto e execução de instalações. A norma é referência obrigatória para o setor, e tem implicações importantes relacionadas ao ar condicionado nesses espaços.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Esta revisão levou em consideração outras normas e diretrizes, como ANVISA, ASHRAE, SMACNA, entre outras organizações, além da experiência prática e teórica de profissionais de referência para o setor.</span></p>
<p><img class="size-medium wp-image-1180 aligncenter" src="https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2022/02/Captura-de-Tela-2022-02-23-às-11.10.17-300x191.png" alt="" width="300" height="191" srcset="https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2022/02/Captura-de-Tela-2022-02-23-às-11.10.17-300x191.png 300w, https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2022/02/Captura-de-Tela-2022-02-23-às-11.10.17-480x306.png 480w, https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2022/02/Captura-de-Tela-2022-02-23-às-11.10.17.png 732w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p class="p1"><span class="s1">Dentre as diversas categorias profissionais orientadas pela norma revisada, o setor de Odontologia passa a ter indicações relevantes quanto aos cuidados com a qualidade do ar interno em consultórios e em suas instalações. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Na versão 2021 da Norma 7256, tivemos o aumento do grau de filtragem de F7 para F8, e a quantidade de movimentação do ar passa a ser, em função do tipo de ambiente e de número de trocas, por volume do ambiente.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Mas, o mais impactante é a mudança de pressão. A pressão provocada pelo sistema de climatização nos ambientes determina o caminho do ar por entre eles. Na versão anterior da norma (NBR ABNT 7256 de 2005), a sala de cirurgia tinha pressão positiva. Já na versão atual, as salas odontológicas exigem pressão negativa. Por outro lado, os espaços de salas de espera / recepção devem ser mantidos em pressão positiva. Com isso, protege-se os pacientes em espera pelo atendimento, evitando que o ar contaminado com partículas resultantes dos procedimentos odontológicos se misture ou “escape” para a recepção, podendo eventualmente contaminar os outros ocupantes do ambiente, com a exaustão dos particulados gerados nos procedimentos odontológicos sendo captados o mais próximo possível dos pacientes em atendimento.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Assim, com base nas análises da norma ABNT 7256:2021, relaciona-se os principais parâmetros recomendados:</span></p>
<ul class="ul1">
<li class="li1"><span class="s1">Temperatura: entre 20 e 24°C°;</span></li>
<li class="li1"><span class="s1">Vazão mínima de ar exterior: 02 renovações por hora ( checar o pior caso em relação a RE09 da ANVISA);</span></li>
<li class="li1"><span class="s1">Vazão mínima de insuflamento: 6 renovações por hora;</span></li>
<li class="li1"><span class="s1">Pressão negativa nos ambientes de atendimento;</span></li>
<li class="li1"><span class="s1">Filtro G4/F8;</span></li>
<li class="li1"><span class="s1">Umidade no máximo 60%;</span></li>
<li class="li1"><span class="s1">Exaustão completa do ar nas salas de lavagem e esterilização de materiais.</span></li>
<li class="li1"><span class="s1">Sala de espera com sistema independente, filtro G4, pressão positiva e mínimo de 02 renovações de ar externo e 06 renovações de insuflamento.</span></li>
</ul>
<p><img class=" wp-image-1182 aligncenter" src="https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2022/02/Captura-de-Tela-2022-02-23-às-11.17.09-300x102.png" alt="" width="723" height="246" srcset="https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2022/02/Captura-de-Tela-2022-02-23-às-11.17.09-300x102.png 300w, https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2022/02/Captura-de-Tela-2022-02-23-às-11.17.09-1024x348.png 1024w, https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2022/02/Captura-de-Tela-2022-02-23-às-11.17.09-768x261.png 768w, https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2022/02/Captura-de-Tela-2022-02-23-às-11.17.09-1536x521.png 1536w, https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2022/02/Captura-de-Tela-2022-02-23-às-11.17.09-1080x367.png 1080w, https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2022/02/Captura-de-Tela-2022-02-23-às-11.17.09-1280x434.png 1280w, https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2022/02/Captura-de-Tela-2022-02-23-às-11.17.09-980x333.png 980w, https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2022/02/Captura-de-Tela-2022-02-23-às-11.17.09-480x163.png 480w, https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2022/02/Captura-de-Tela-2022-02-23-às-11.17.09.png 1968w" sizes="(max-width: 723px) 100vw, 723px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="p1"><span class="s1">Esta norma significa um bom e grande avanço na interação dos sistemas de climatização e os ambientes de saúde , deixando-os mais seguros e alinhando-os com outras normas internacionais. O desafio agora será o de modificar as áreas existentes para a nova realidade.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Para maiores detalhes sobre a aplicação da nova NBR 7256, não somente em ambientes de consultórios odontológicos, como EAS em geral, conte com profissionais associados à SMACNA Brasil.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="p3"><span class="s1">Autor: Eng. Ariel Gandelman</span></p>
<p class="p3"><span class="s1">Revisão Técnica: Felipe Raats Daud e João Carlos Correa</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tendências da AHR Expo &#8211; Las Vegas 2022</title>
		<link>https://smacna.org.br/artigos-tecnicos/tendencias-da-ahr-expo-las-vegas-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Feb 2022 13:11:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Técnicos]]></category>
		<category><![CDATA[ar]]></category>
		<category><![CDATA[ar condicionado]]></category>
		<category><![CDATA[avac-r]]></category>
		<category><![CDATA[facilities]]></category>
		<category><![CDATA[hvac]]></category>
		<category><![CDATA[qualidadedoar]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentodoar]]></category>
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					<description><![CDATA[A AHR Expo é um evento global da indústria de HVAC, promovida pela ASHRAE e AHRI, que ocorre no período de inverno no Hemisfério Norte desde 1930. É uma oportunidade única para encontro entre diferentes profissionais (instaladores, projetistas, manufatores, estudantes, acadêmicos, entre outros), sendo um dos principais acontecimentos anuais do Setor. Em 2022, a AHR [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A AHR Expo é um evento global da indústria de HVAC, promovida pela ASHRAE e AHRI, que ocorre no período de inverno no Hemisfério Norte desde 1930. É uma oportunidade única para encontro entre diferentes profissionais (instaladores, projetistas, manufatores, estudantes, acadêmicos, entre outros), sendo um dos principais acontecimentos anuais do Setor.</p>
<p>Em 2022, a AHR Expo ocorreu no final de janeiro, após dois anos em função da Pandemia do Covid-19, na cidade de Las Vegas. O evento, além de ser um importante reflexo e preditor para o setor, aponta também as tendências para os próximos anos, inclusive divulgando um “Relatório de Tendências” (Trend Report), sendo as cinco temáticas principais destacadas e seus subtemas:</p>
<ul>
<li><strong>O Futuro é Limpo</strong>: descarbonização; eletrificação, fluídos de baixo GWP, atualização das normas e diretrizes vigentes;</li>
<li><strong>É preciso aumentar nossa força de trabalho: </strong>atrair talentos de diversas origens, oferecer oportunidades atraentes de crescimento na carreira, repensar o valor do funcionário, investimentos em profissionais;</li>
<li><strong>A pandemia mudou o mundo e a indústria: </strong>clientes mais conscientes sobre a qualidade do ar interno, o desejo de QAI (qualidade do ar interior) veio para ficar, sistemas HVAC contribuem edificações saudáveis;</li>
<li><strong>A cadeia de suprimentos: </strong>ampliação do fornecimento, a necessidade de maior conexão da cadeia de suprimentos, fabricantes, distribuidores, fornecedores, instaladores, técnicos &#8211; a indústria como um todo deve ser criativo na resolução de problemas;</li>
<li><strong>A indústria é mais forte quando trabalhamos juntos: </strong>criação de oportunidades de compartilhamento de experiências e comunicação entre toda a cadeia de , suprimentos, fortalecer a compreensão das metas e métodos para maximizar a eficiência e desempenho dos equipamentos e sistemas, aprender com todas as áreas de especialização.</li>
</ul>
<p>Em consonância com as tendências apontadas pela organização do evento, a Revista Buildings, importante publicação estrangeira voltada para o setor de <em>facilities</em> e demais profissionais com atuação relacionada a edificações, apontou três temas de destaque na feira comercial:</p>
<ul>
<li><strong>O estímulo para gases refrigerantes de baixo GWP: </strong>Vários fabricantes introduziram refrigerantes de baixo GWP, sendo uma resposta à necessidade de redução progressiva do uso de gases refrigerantes compostos por hidrofluorcarbono (HFC), que contribuem para o aquecimento global.</li>
<li><strong>Moratórias sobre uso de gás e petróleo: </strong>com a aplicação de multas ou taxas para os consumidores, os sistemas de aquecimento do tipo forno a gás e a óleo estão diminuindo em várias cidades e estados americanos. Uma substituição possível é uma bomba de calor de alto desempenho. Alguns modelos também podem aquecer água quente sanitária, tornando-os uma solução sólida. Os consumidores parecem estar satisfeitos com a existência de soluções mais sustentáveis no mercado, mas também exigem economia de custos por meio de maior eficiência.</li>
<li><strong>A demanda por ar mais limpo em ambientes fechados: </strong>O COVID-19 impulsionou a atenção para a qualidade do ar interno. As pessoas querem cada vez mais saber o que estão respirando – e isso abrange todos os aspectos da qualidade do ar, não apenas o risco de transmissão de vírus.</li>
</ul>
<p>A SMACNA está sempre atenta para as principais tendências do Setor de HVAC, com profissionais devidamente capacitados e que contribuem para o desenvolvimento do mercado.</p>
<p>Para acessar o Relatório completo da AHR Expo 2022, clique <a href="https://static1.squarespace.com/static/5e8b706df05d9c51212c3bea/t/61b20bc7ab322c4c36334c3b/1639058376536/AHRExpo_2022TrendReport_FINAL.pdf">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Recomendações de ar condicionado e ventilação para reabertura das escolas</title>
		<link>https://smacna.org.br/artigos-tecnicos/https-smacna-org-br-wp-content-uploads-2022-01-reabertura-das-escolas-pdf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jan 2022 17:31:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Técnicos]]></category>
		<category><![CDATA[ar condicionado]]></category>
		<category><![CDATA[aulas]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[manual]]></category>
		<category><![CDATA[ventilação]]></category>
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					<description><![CDATA[ar condicionado
escolas
ventilação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2022/01/Reabertura-das-escolas.pdf">Faça o download aqui.</a></p>
<a href="https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2022/01/Reabertura-das-escolas.pdf" class="pdfemb-viewer" style="" data-width="max" data-height="max" data-mobile-width="500"  data-scrollbar="none" data-download="on" data-tracking="on" data-newwindow="on" data-pagetextbox="off" data-scrolltotop="off" data-startzoom="100" data-startfpzoom="100" data-toolbar="both" data-toolbar-fixed="on">Reabertura-das-escolas<br/></a>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Controle de ruídos em sistemas de ar condicionado</title>
		<link>https://smacna.org.br/artigos-tecnicos/ruidos-em-sistemas-de-ar-condicionado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jan 2022 20:42:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Técnicos]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[ar condicionado]]></category>
		<category><![CDATA[barulho]]></category>
		<category><![CDATA[comissionamento]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[instalação]]></category>
		<category><![CDATA[ruídos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://smacna.org.br/?p=755</guid>

					<description><![CDATA[Um dos maiores desafios nas instalações de sistemas de ar condicionado é o controle de ruídos e vibrações. Muitas vezes é comum nos depararmos com ambientes que possuem ruídos de fundo perceptíveis próximo aos dutos ou equipamentos instalados. 

Para que os sistemas sejam silenciosos, as instalações devem seguir uma série de requisitos de qualidade e boa engenharia, pois são diversos fatores que, quando somados, resultam nos ruídos percebidos pelos ocupantes. 

Um processo integrado na concepção da obra, envolvendo arquitetos, projetistas, instaladores e, inclusive, consultores de acústica, possibilita uma instalação mais eficiente e adequada, prevenindo interferências e diminuindo inclusive as chances de geração ruídos desconfortáveis aos ocupantes. 

Neste artigo, mostramos os principais conceitos relativos à geração de ruídos, e como eles podem ser prevenidos e até mesmo remediados em instalações existentes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="font-weight: 400;">Muitas vezes, quando ocupamos ambientes climatizados, conseguimos ouvir ruídos característicos de fundo, originados nos sistemas de ar condicionado. Interessante observar que, mesmo quando os ruídos são imperceptíveis (ou quase imperceptíveis), quando desligamos o equipamento de ar condicionado, seja em um sistema central ou até mesmo um equipamento individual, temos uma sensação de alívio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Equipamentos ou sistemas de ar condicionado podem ser fontes de ruídos em edificações, e até mesmo para comunidades adjacentes, influenciando o bem-estar dos ocupantes ou residentes do entorno.  A seleção dos equipamentos mecânicos e a escolha dos locais de instalação devem levar em consideração os possíveis impactos sonoros relacionados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Importante ressaltar que não somente os equipamentos de HVAC podem gerar ruídos por si, mas também a passagem de água ou ar por tubulações ou dutos podem provocar ruídos ou vibrações mecânicas, que propagam sons nos espaços ocupados. </span><b><i>Conforme o Capítulo 49 do 2019 ASHRAE Handbook – HVAC Applications, ruído é todo aquele som que não é desejado, e que pode causar incômodo.</i></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, todos os equipamentos e componentes que constituem os sistemas de ar condicionado podem produzir som em suas operações (como ventiladores, compressores e rotores) assim como o fluxo de ar através e ao redor deles (como dutos, difusores, registros e tubulações). Além dos componentes dos sistemas de ar condicionado, as vibrações e o próprio ar, em contato com outros componentes das edificações, também podem gerar som, como piso e paredes, que pode ser ampliado ou atenuado em função dos materiais utilizados e dos níveis possíveis de isolamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A imagem a seguir, extraída do capítulo 49 do </span><i><span style="font-weight: 400;">2019 ASHRAE Handbook – HVAC Applications</span></i><span style="font-weight: 400;">, demonstra que, em um ambiente com sistema de ar condicionado, as fontes de som podem ser muitas. A depender do volume alcançado, os ocupantes passam a perceber como ruído, ou seja, sons não desejados, todos aqueles que impactam seu bem-estar e também o bom desempenho de suas atividades diárias, de trabalho, de  estudo, entre outras.</span></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img width="439" height="267" class="wp-image-756" src="https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2022/01/ruidos-01.jpg" alt="" srcset="https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2022/01/ruidos-01.jpg 439w, https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2022/01/ruidos-01-300x182.jpg 300w" sizes="(max-width: 439px) 100vw, 439px" /></figure>



<p><span style="font-weight: 400;">Existem diferentes escalas e ferramentas de medição de ruídos. A escala mais utilizada é o DB(a), que pode ser obtida utilizando decibelímetros, como estes da figura abaixo. A correta medição e análise de ruído é extremamente complexa, e deve ser feita por um profissional especialista no assunto.</span></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img width="252" height="245" class="wp-image-757" src="https://smacna.org.br/wp-content/uploads/2022/01/ruidos-02.jpg" alt="" /></figure>



<p><span style="font-weight: 400;">Conforme normas brasileiras, o nível de ruído aceitável varia em função do tipo de ambiente e do tempo de exposição. Por exemplo: em um espaço fabril, os níveis aceitáveis são mais altos, e atenuados dentro do possível através de EPIs. Por outro lado, em espaços de lazer, escolas, universidades, hospitais, escritórios, entre outros, as necessidades de controle de ruído são altamente necessárias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, é muito importante adotar boas práticas de engenharia na instalação de sistemas de ar condicionado, seguindo as normas e diretrizes da ABNT, ASHRAE e SMACNA, e também os manuais de fabricantes dos equipamentos. Isto se faz necessário desde a concepção do projeto e seleção dos equipamentos até o final das instalações, incluindo as etapas de comissionamento. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um processo integrado na concepção da obra, envolvendo arquitetos, projetistas, instaladores e, inclusive, consultores de acústica, possibilita uma instalação mais eficiente e adequada, prevenindo interferências e diminuindo inclusive as chances de geração ruídos desconfortáveis aos ocupantes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As empresas parceiras da SMACNA estão sempre disponíveis para atender a seus clientes com o conhecimento necessário para instalações eficientes, e que contribuam com o bem-estar dos ocupantes.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Autores: Ariel Gandelman</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Revisão Técnica: Comitê de Artigos Técnicos SMACNA Brasil </span></p>
<p>Revisão de Texto: Ana Del Mar</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
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