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	<title>camada de ozônio | Smacna Brasil</title>
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	<description>A SMACNA Brasil é uma associação fundada no Brasil em 1989, e nos Estados Unidos há quase 80 anos, e é responsável por contribuir com inovações, informações e capacitação de profissionais no chamado segmento AVAC-R (Aquecimento, Ventilação, Exaustão, Ar Condicionado e Refrigeração).</description>
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		<title>Fluídos Refrigerantes: Evolução e Sustentabilidade</title>
		<link>https://smacna.org.br/artigos-tecnicos/fluidosrefrigerantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 May 2023 14:25:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos Técnicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Os fluidos refrigerantes são parte fundamental de qualquer sistema de HVAC-R. Nas últimas décadas os fluidos têm passado por importantes evoluções tecnológicas, movidos principalmente pela busca à eficiência energética, preservação do meio ambiente e segurança na aplicação. Saiba mais neste artigo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">Os fluidos refrigerantes são parte integrante (e fundamental) para o funcionamento dos sistemas de climatização e refrigeração. Eles têm evoluído ao longo do tempo, especialmente em busca de maior eficiência energética, segurança nas operações e, mais recentemente, em função do impacto ambiental.</p>
<p class="p1">Os primeiros fluidos desenvolvidos eram do tipo CFCs, com alto potencial de destruição da camada de ozônio (ODP) e alto potencial de contribuição para o aquecimento global (GWP). O uso de fluidos com essas características foi proibido a partir da assinatura do Protocolo de Kyoto, quando foram substituídos por fluidos refrigerantes do tipo HCFCs, com baixo potencial de ODP, embora ainda com alto GWP.</p>
<p class="p1">Para substituir os fluidos do tipo HCFCs, a partir do Protocolo de Montreal (1985), do qual o Brasil também é signatário, foram desenvolvidos os HFCs, que apresentam zero ODP, mas ainda alto GWP. Fluidos desse tipo também já estão sendo proibidos, especialmente na América do Norte e Europa, e, a partir do Protocolo de Kigali, têm sido substituídos por fluidos do tipo HFOs, com zero ODP e baixo GWP.</p>
<p class="p1">Além dos mencionados, existem também os fluidos chamados “naturais”, como amônia, propano, butano e CO₂, que foram os primeiros fluidos utilizados e apresentam boas condições de sustentabilidade e eficiência energética. No entanto, são fluidos que exigem maiores cuidados no projeto, instalação e manutenção, especialmente para garantir a segurança dos sistemas e dos operadores/usuários.</p>
<p class="p1">Desde o Protocolo de Montreal, a pauta visando à proteção da camada de ozônio e à redução do efeito estufa tem provocado mudanças nas legislações, produtos e serviços. Um exemplo é a indústria de cosméticos, que deixou de utilizar CFCs na composição de seus produtos.</p>
<p class="p1">No mercado de HVAC-R, não é diferente. Os gases utilizados nos circuitos de refrigeração, desde geladeiras até chillers dos sistemas centrais, vêm sendo alterados. Em 1996, o uso dos refrigerantes R11 e R12 (CFCs) foi proibido, sendo substituídos pelo R22 (HCFC), que terá “phase-out” até 2030. Nos últimos anos, o mercado tem utilizado o 134A e o 410 em substituição ao R22, mas esses também já têm prazo para serem retirados de circulação.</p>
<p class="p1">Além dessa “sopa de números e letras”, é sabido que os fluidos refrigerantes que substituem os anteriores podem trazer perda de eficiência térmica se implantados em equipamentos antigos. No passado, quase todos os fabricantes utilizavam o mesmo tipo de refrigerante, mas esse consenso já não existe mais, pois a presença de novos fluidos acompanha quase de imediato o lançamento de novos produtos.</p>
<p class="p1">Além de considerar a eficiência como um fator de cuidado com o planeta, surgiram duas novas métricas importantes para avaliar os fluidos refrigerantes:</p>
<p class="p3">•ODP, que mede o potencial de destruição da camada de ozônio, variando de 0 a 1. Quanto menor o número, menor o impacto.</p>
<p class="p3">•GWP, que mede o impacto no aquecimento global, sendo 1 o valor de referência.</p>
<p class="p3">O mercado de refrigeração e ar condicionado responde por aproximadamente 82% do consumo de HCFCs, que, como mencionado, terão menor disponibilidade com a proximidade da data limite. Portanto, as mudanças de refrigerante em um retrofit ou nova instalação são certas, e todos os interessados no futuro do planeta precisam entender as soluções que o mercado está propondo.</p>
<p class="p3">Assim, todas essas evoluções implicam em transformações para o mercado de HVAC-R na totalidade. Desde projetistas, instaladores e fornecedores, até os clientes, todos precisarão conduzir atualizações (ou até mesmo substituições) em seus sistemas já instalados.</p>
<p class="p3">Embora as condições específicas de cada sistema devam ser consideradas, os principais fatores na tomada de decisão são:</p>
<p class="p3">•Em casos de retrofit, buscar a compatibilidade do novo fluido com os sistemas já existentes;</p>
<p class="p3">•Verificar a facilidade de acesso ao novo fluido e sua disponibilidade no mercado;</p>
<p class="p3">•Analisar os custos de implantação e a eficiência energética relacionada;</p>
<p class="p3">•Considerar as necessidades operacionais do cliente;</p>
<p class="p3">•Avaliar a manutenção preventiva, especialmente em sistemas que utilizam fluidos tóxicos, inflamáveis ou com altas pressões.</p>
<p class="p3">Em 26 de maio de 2022, a Câmara dos Deputados aprovou a Emenda de Kigali no Brasil. O tratado agora precisa ser ratificado pelo Senado Federal, mas já representa um importante passo rumo a uma economia sustentável. O mercado de HVAC-R tem trabalhado para buscar soluções de maior eficiência energética e sustentabilidade, preservando a segurança das operações e a confiabilidade dos sistemas.</p>
<p class="p3">A SMACNA e todas as empresas vinculadas são parceiras de todo o setor e buscam sempre os melhores resultados para seus clientes, além de apoiar o desenvolvimento do setor de HVAC-R rumo a um futuro mais sustentável e eficiente.</p>
<p class="p1"><b>Autor</b>: Eng. Ariel Gandelman</p>
<p class="p1"><b>Revisão Técnica</b>: Comitê de Artigos Técnicos SMACNA Brasil</p>
<p class="p1"><b>Revisão de Texto</b>: Ana Del Mar</p>
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